CANTO NA SANTA MISSA


Entrada: A finalidade deste cântico é dar início à celebração, favorecer a união dos fiéis reunidos e introduzi-los no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e ao mesmo tempo acompanhar a procissão de entrada do sacerdote e dos ministros. (IGMR - Nº 47).

Ato Penitencial: Trata-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia, é executado normalmente por todos, tomando parte nele o povo e o grupo de cantores ou o cantor. (IGMR - Nº 52).

Glória in excelsis: O Glória é um antiquíssimo e venerável hino com que a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus e ao Cordeiro. Não é permitido substituir o texto deste hino por outro. (IGMR - Nº 53).

Salmo Responsorial: A tradicional execução do Salmo Responsorial é dialogal: o povo responde com um curto refrão aos versos sálmicos, cantados por um solista. Deve ser cantado ou proclamado do ambão ou de outro sítio conveniente. (IGMR - Nº 61).

Aclamação ao Evangelho: A aclamação constitui um rito ou um ato com valor por si próprio, pelo qual a assembléia dos fiéis acolhe e saúda o Senhor, que lhe vai falar no Evangelho, e professa a sua fé por meio do canto. O Aleluia canta-se em todos os tempos fora da Quaresma. (IGMR - Nº 62).

Preparação das Oferendas: O canto do ofertório acompanha a procissão das oferendas e se prolonga pelo menos até que os dons tenham sido colocados sobre o altar. As normas para a execução deste cântico são idênticas às que foram dadas para o cântico de entrada (cf. n. 48). (IGMR - Nº 74).

Santo: Não basta conter a palavra “santo” para ser cantada como Santo. É preciso dizer três vezes: “Santo, Santo, Santo”. Devemos evitar usar como o "Santo" músicas como; "Eu celebrarei"; "Hosana"; "Santo dos Anjos"; "Santo é Senhor Javé".

Cordeiro de Deus: A invocação acompanha a fração do pão; por isso, pode-se repetir quantas vezes for necessário até o final do rito. A última vez conclui-se com as palavras dai-nos a paz. (IGMR n. 83).

Canto de Comunhão: Enquanto o sacerdote toma o Sacramento, dá-se início ao cântico da Comunhão, que deve exprimir, com a unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, manifestar a alegria do coração e realçar melhor o carácter «comunitário» da procissão daqueles que vão receber a Eucaristia. O cântico prolonga-se enquanto se ministra aos fiéis o Sacramento[74]. Se se canta um hino depois da Comunhão, o cântico da Comunhão deve terminar a tempo. (IGMR - Nº 86).

Canto Final: A reforma conciliar pôs o "Ide em paz" como última fórmula da celebração, e seria ilógico um canto neste momento, pois a assembleia está dispensada. Durante a saída do povo, o mais conveniente seria um acompanhamento de música instrumental. O canto final é facultativo, podendo ser um canto a Maria, ao padroeiro, de envio, devocional.

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